« Vela Virtual »

 

Nós, no Santuário Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, rezamos por você. Acesse http://bit.ly/jgK7Iz e acenda a sua vela virtual. A cada mês a novena mensal finaliza no dia 1º com missa às 20h.

 

Temos uma página do Santuário Santa Teresinha no Facebook. Para "curtir" clica no seguinte link http://on.fb.me/zRseXl

 

Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, rogai por nós. Derramai uma chuva de rosas sobre as nossas famílias, trabalhos e relacionamentos. Amém!

 
 

4º DOMINGO DO TEMPO COMUM

 

 

Leituras: Deuteronômio 18,15-20; Salmo 94; 1 Coríntios 7,32-35; Marcos 1,21-28

JESUS ENSINAVA COM AUTORIDADE

 

I.- Domingo é dia de festa e de alegria. Eis o Dia dos Cristãos, Dia do Senhor, Dia da Comunidade-Igreja reunida. O domingo deve recarregar as energias da nossa bateria cristã para a semana que segue da segunda ao sábado. Eucaristia é força de Deus na fragilidade humana fortalecendo os vínculos entre os irmãos e destes com o Senhor.

Jesus vai provocar um assombro em seus compatriotas que participavam do encontro semanal da Sinagoga de Cafarnaum. A sua autoridade está acima da força dos demônios. Sua autoridade é própria do rei de toda a criação. Ele a exerce diferente dos homens de tantos (e dos nossos) tempos: sem abusos, curando e devolvendo a felicidade aos enfermos e oprimidos.

 

II.- A partir da figura de Moisés, a 1ª leitura reflete sobre a experiência profética, que é fruto do convite da escolha que Deus faz, bem como, do chamado e envio para ser a sua “palavra viva” em meio aos homens. Estamos perante um texto verdadeiramente institucional do profetismo em Israel. Moisés não é simplesmente o libertador da escravidão do Egito e o legislador e organizador do povo, mas é tido como o primeiro e o modelo de todos os profetas.

 

III.- A salmodia nos faz lembrar que verdadeiramente feliz é aquele que teme e segue o Senhor. Esse será abençoado por Deus e o bem e a felicidade estarão com ele. Na 1ª Carta aos Coríntios, Paulo convida os crentes a repensarem as suas prioridades e a não deixarem que as realidades transitórias sejam impedimentos de verdadeiro compromisso com o serviço de Deus e dos irmãos. Assim, faz nova apologia do celibato por amor do Senhor.

 

IV.- O Evangelho mostra como Jesus, o Filho de Deus, cumprindo o projeto libertador do Pai, pela sua Palavra e pela sua ação, renova e transforma em homens livres todos aqueles que vivem prisioneiros do egoísmo, do pecado e da morte.

 

V.- Peçamos ao Senhor, nos conceda a graça de adorá-lo de todo o coração e de amar a todos os homens com sincera caridade. Ainda nos dê assumir a nossa vocação e o testemunho no lugar onde nos plantou. Amém.

 

 

AGENDA DIOCESANA

Os seminaristas menores, propedêuticos retornam ao Seminário Diocesano Nossa Senhora Mãe da Igreja para o semestre de aulas e de formação vocacional; também os seminaristas estudantes de filosofia e de teologia retornam a Marília para seus respectivos seminários visando avançar no processo de formação religiosa, pastoral, intelectual, comunitária, humano-afetiva etc; Rezemos pelas vocações. Peçamos ao Senhor da Messe envie muitos e santos operários para a sua ceara. Rezemos ainda pelos formadores, padres e professores (homens e mulheres) que ajudam nossos jovens no seu processo formativo.

 

Rádio Onda Viva - AM 1300 khz, sempre uma boa palavra! [www.ondaviva.com.br]; Outras Informações no portal www.diocesepresidenteprudente.com.br ou na Cúria Diocesana: pelo (18) 3918-5000.

O futuro sacerdote deverá ser

“humanamente íntegro” para ser

um verdadeiro “homem de Deus”

 

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira,

26 de janeiro, 2012 (ZENIT.org)

 

Por ocasião do centenário da sua fundação os membros de três importantes seminários italianos foram recebidos em audiência pelo Papa Bento XVI. O Seminário Pontifício Regional Umbro Pio XI de Assis, o Seminário Pontifício Regional São Pio X de Catanzaro e o Pontifício Seminário Campano Inter regional de Nápoles, representados pelos superiores e pelos seminaristas, encontraram-se com o Santo Padre na Sala Clementina. Como explicado por Bento XVI, o nascimento destes três seminários regionais, em 1912, “deve estar compreendido no trabalho mais amplo de aumento de qualidade na formação dos candidatos ao sacerdócio levado adiante pelo Papa São Pio X, em continuidade com o Papa Leão XIII”.

 

Colocando em sinergia os Seminários regionais, Pio X estabeleceu agregá-los nas estruturas regionais; e a sua reforma “produziu um aumento significativo no nível de qualidade, graças à aquisição de uma cultura básica comum a todos e a um período suficientemente longo de estudo e bem estruturado”, favorecendo também um “notável enriquecimento humano”. Um papel importante nessa inovação foi realizado pela Companhia de Jesus, à qual foi confiada a gestão de cinco desses seminários regionais.“É particular o caso do Seminário Campano de Posillipo, que de 1935 abriu-se a todas as regiões meridionais, depois de ter reconhecida a possibilidade de conceder os graus acadêmicos”, disse o Papa.

 

Ainda hoje, acrescentou o Pontífice, os Seminários regionais representam uma experiência “adequada e válida”, permitindo “percursos de estudo de alto nível” e proporcionando uma “preparação adequada ao complexo cenário cultural e social no qual vivemos... A dimensão regional coloca-se além do mais, como válida mediação entre as linhas da Igreja universal e as necessidades das realidades locais, evitando o risco do particularismo”. As três regiões de origem dos Seminários recebidos pelo Papa são, cada uma de uma maneira diferente, extraordinariamente “ricas de grandes patrimônios espirituais e culturais”. A Umbria, terra natal de São Bento e São Francisco, é “destino contínuo de peregrinações”.

 

Bento XVI reiterou a necessidade de “uma sólida preparação filosófico-teológica dos futuros sacerdotes”. Não se trata, de fato, só de aprender os conceitos “obviamente úteis”, mas de “conhecer e compreender a estrutura interna da fé como um todo”. O estudo da teologia, além disso, “deve ter sempre uma ligação muito intensa com a vida de oração... É importante que o seminarista compreenda bem que, enquanto se aplica a este objeto, é na verdade um “Sujeito” que o questiona, o Senhor que o fez sentir a sua voz convidando-o a gastar a vida a serviço de Deus e do próximo”. Só assim o seminarista poderá realizar aquela “unidade de vida” que encontra sua “expressão tangível” na “caridade pastoral”, naquele momento muito solicitada pelo Beato João Paulo II (Pastores Dabo Vobis, 23). O futuro sacerdote deverá ser “humanamente íntegro” para ser um verdadeiro “homem de Deus”.

 

“O mundo aguarda santos”, disse o Papa, citando as palavras de outro antecessor, o Beato João XXIII há 50 anos, que nas vésperas do Concílio Vaticano II tinha por sua vez, recebido em audiência os membros do Seminário Campano sublinhando a necessidade de “sacerdotes santos e santificadores” antes mesmo de “cultos, eloqüentes e atualizados”. Palavras que, na opinião de Bento XVI, “ainda são atuais porque é mais forte do que nunca em toda a Igreja, como nas suas região de origem, a necessidade de operários do Evangelho, testemunhas dignas de fé e promotores de santidade em suas vidas”.

[Tradução Thácio Siqueira - http://www.zenit.org/article-29564?l=portuguese]

 
 

SOLIDÃO


( Com um reparo aqui ou ali, vale a reflexão )

 

 

 

• Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... Isto é carência.

• Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... Isto é saudade.

• Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio.

• Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida... Isto é um princípio da natureza.

• Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto é circunstância.

• Solidão é muito mais do que isto.

• Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma...

 

( autora Fátima Irene Pinto - erroneamente atribuído a Chico Buarque )

um comentário

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Quando estiver fora de si, fique nalgum lugar que o preserve de si. Expor-se em situação de extremada emoção pode causar estragos sem contas.

 

Há quem fale tudo o que pensa e até o que não pensa quando o sangue está quente. Se não consegue segurar a língua dentro da boca e esta fechada, é melhor fechar-se em casa.

 

Nada falar, nada escrever... Quem fala o que quer, pode ouvir o que não quer. Quem ataca pode ser contra-atacado.

 

Os filhos da Igreja são sustentados por Ela, mas não raro vivem desonrando a sua mãe. Isso nos dá profunda tristeza. Alguns gostariam, se possível fosse, 'depositar' a igreja num 'asilo'.

 

•••

 
 

compartilhando

 

NOSSOS (ESTRANHOS E CONFUSOS) CRITÉRIOS

 

Não sou favorável a nenhum tipo de maus-tratos. Nem animais nem humanos. Nem físico nem psicológico. Mas me causa desconforto ver tanto movimento em favor dos animais na mesma intensidade com que se manifesta a favor do aborto, da eutanásia e de outras vilanias travestidas de modernidade.

 

Somos forçados a ver impávidos e inertes cracolândias pelo Brasil e nenhuma passeata em favor da vida; terrenos ocupados por pessoas sem lugar para morar que são despejadas como se fossem as mais terríveis criminosas e absolutas desordeiras da sociedade (sabe quanto custa uma casinha do governo? Sabe quem pode financiar “minha casa, minha vida”?).

 

Não vemos passeatas cobrando que o dinheiro desviado por gente de má-índole, mas de boa aparência (engravatada!) e sagrada pelo povo a ser sua representante devolva aos cofres públicos e o transforme em benefícios na saúde, no transporte, na moradia, na escola...

 

Os nossos dias andam confusos demais. Os nossos critérios são subjetivos e individualistas. Até o poder judiciário anda na berlinda e sendo forçado a descer do “Olimpo”.

 

Neste Dia do Senhor, como diz a cantante “eu só peço a Deus que a dor, a injustiça, a guerra, a mentira e o futuro não me sejam indiferentes...” (Mercedes Sosa). Que a eucaristia por nós, cristãos celebrada, não nos faça indiferentes às dores humanas que em nós e nos outros doem demais.

 
 

compartilhando

 

SILÊNCIO E PALAVRA, ÚNICA MISSÃO

 

Tenho ficado um pouco silente as sextas e aos sábados, especialmente. Ocupar este espaço na internet é uma forma de me aproximar das pessoas, revelar um pouco do que sou e sinto e me deixar aproximar de tantas pessoas também.

 

Há tantos riscos inerentes a esta ferramenta, mas nenhum deles me detém. Não posso, não quero, não vou. Sinto que o novo areópago de Atenas esta aqui na rede mundial de computadores. Dizer a palavra que tenho como missão pronunciar é tarefa da qual não posso me furtar. A Palavra é dita e felizes daqueles que a ela se abrem e se deixam tocar.

 

Procuro exercitar o silêncio pois tanto quanto a palavra dita e escrita vale muito o silêncio. Não se pode dizer a outro aquilo que antes não se escutou no silêncio. Assim, domingo é o dia Palavra. A comunidade se reúne ao redor do altar e formamos um só coração no louvor, na contrição, na escuta, na comunhão... pela Palavra.

 

Louvado seja o Senhor pela Palavra que se fez carne, habitou entre nós e hoje nos ensina a viver, a perseverar no caminho e a fecundar a estrada da vida.

 
 

arco-íris

«SINAL DA ALIANÇA DE DEUS»

 

 

Faço esta aliança convosco: nenhuma criatura será destruída pelas águas do dilúvio, e não haverá mais dilúvio para devastar a terra. Deus disse: “Eis o sinal da aliança que eu faço convosco e com todos os seres vivos que vos cercam, por todas as gerações futuras: Ponho o meu arco nas nuvens, para que ele seja o sinal da aliança entre mim e a terra. Quando eu tiver coberto o céu de nuvens por cima da terra, o meu arco aparecerá nas nuvens, e me lembrarei da aliança que fiz convosco e com todo ser vivo de toda espécie, e as águas não causarão mais dilúvio que extermine toda criatura. Quando eu vir o arco nas nuvens, eu me lembrarei da aliança eterna estabelecida entre Deus e todos os seres vivos de toda espécie que estão sobre a terra.” Dirigindo-se a Noé, Deus acrescentou: “Este é o sinal da aliança que faço entre mim e todas as criaturas que estão na terra.”

 

( Gênesis 9,11-17 )

 

( foto tirada ontem de manhã, ao lado da Rádio Onda Viva )

 
 

[ ma_tu_tan_do ]

 

O jornalista Sinomar Calmona informou por meio do seu Twitter a história da “garota pobre, aluna de escola pública de Prudente, de 17 anos, vai cursar Medicina na UFSC”. A informação desencadeou em mim algumas reflexões das quais gostaria de compartilhar o que segue.

 

Primeiramente, expresso os parabéns à jovenzinha, futura doutora, pelo esforço e aprovação em curso tão concorrido. Deus a abençoe ainda mais. Na sequência, restam dúvidas e inquietações (se é que as posso ter).

 

Porque será que quando fatos como este acontecem no ensino público todas as pessoas destacam a figura individual de quem alcançou tal meta etc, mas quando os aprovados são do ensino privado as escolas fotografam os seus alunos para “vender” a imagem da escola e não dos “campeões”? Afinal, não são todos os que passam!

 

Com toda concorrência que o curso de medicina tem e o status que a profissão acarreta faz sentido distingui-la dos “comuns mortais” em outras categorias e classes. De todo modo, ainda me resta dúvidas: como essa jovenzinha custeará a vida em outra cidade? Onde e como ela vai morar? Como pagará as “roupas brancas” e os instrumentais (livros e outros objetos) para o desenvolvimento do curso?

 

De todos os que a aplaudem, alguém se perguntou alguma dessas questões? Dentre os objetos mais caros em nosso país estão sem dúvidas a saúde e a educação. A mensalidade da escola é uma quase menor parte de todo o conjunto.

 

A um só tempo fiquei feliz e preocupado. Claro que a vida poderá dar a ela condições muito apropriadas e o que agora me rouba algum tempo me energia não faça o menor sentido. De todo modo, reflexão feita, reflexão partilhada.

 

 

(( postei esse comentário na página do jornalista Sinomar que comentou: Padre Sandro, a Julinha teve a sorte de uma prima morar a 10 minutos da UFSC, em Florianópolis, e vai morar com ela. Os pais trabalham, a mãe é funcionária do Ambulatório Mental de Pres. Prudente. O pai é agente penitenciário. Já fizeram o levantamento das despesas e acham que embora com dificuldade, vão conseguir manter a filha na faculdade.))

 

De fato, Deus não faz a obra pela metade!

rir é o melhor remédio

Dia Internacional do riso

 

Segundo estudiosos e profissionais da saúde, o riso é uma forma de terapia, a risoterapia. Relaxa as tensões e traz alegria. O riso é contagiante. Quem consegue ficar tenso junto a uma criança que ri? Sorrir e estar de bem com a vida é uma forma de atrair coisas boas e qualificar nosso ser físico e nosso astral.

 

Dizem também que, quando rimos, movimentamos 12 músculos faciais; ao dar gargalhadas, movimentamos 24 músculos faciais; quando conversamos e gargalhamos ao mesmo tempo, são 84 músculos. Então, vamos festejar o dia do riso com uma boa dose desta receita sem contra indicações, não necessita sair de casa, é gratuita e de acesso de todos.

 

Há um ditado popular que diz: "Rir é o melhor remédio". ( hahaha )

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Sandro Rogério

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