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Argumentos ou comportamentos?


Fico impressionado como quando alguém argumenta contra o que outra pessoa acredita, esta –em lugar de contra-argumentar– parte para o ataque pessoal. Há de fato quem não acredita que seja possível a convivência de idéias distintas que se aperfeiçoam no caminhar.

As visões congeladas da vida apenas engessam os seus defensores. Enquanto, a alegria da vida passa pelo encontro dos diferentes que abertos um ao outro vão se complementando, ajustando, modificando...

Em algumas situações é visível o equívoco de uma [ou até de ambas] das partes. Não raro, isso se dá pelo viés ideológico e dos princípios que foram pelo tempo alimentados e solidificados [espécie de cláusula pétrea pessoal].

Numa discussão familiar, argumentos ou comportamentos? Numa discussão no ambiente do trabalho, argumentos ou comportamentos? Numa discussão na comunidade, argumentos ou comportamentos? Numa discussão política, argumentos ou comportamentos? Numa discussão entre vizinhos, argumentos ou comportamentos?

O fulano ou a fulana se torna melhor pelo simples fato de apontar o erro do sicrano ou da sicrana que lhe mostrou por lógica argumentação a sua atitude equivocada? O feio pessoal não se torna bonito apenas porque se mostrou o feio alheio!

Sobre paciência e pressa

 

Nesses dias que vivemos, as coisas reclamam tanta pressa. Vivemos amiúde super estimulados que um pedido de tempo para pensar e refletir melhor sobre a resposta parece uma verdadeira ofensa ao interlocutor. Hoje, queremos as coisas para "anteontem" --nem é mais para "ontem".

 

Existe o sujeito pusilânime, alheado e covarde; existe também o apressado, o animador de auditório o inconsequente; e acredito, existe o sujeito que sabe distinguir entre as urgências dos fatos e as pressas dos interlocutores. Se entrarmos na onda, não teremos mais sossego, pois a cada dia há coisas reclamando muita atenção.

 

Na paróquia, repito com alguma regularidade aos leigos e leigas que me auxiliam nos trabalhos administrativos e pastorais «sou lento, mas não sou desatento». Não desejo ser freio tanto quanto não desejo ser um carro destrambelhado na banguela. Tudo tem um tempo.

 

Vejo o desespero de algumas mulheres que anseiam tanto pela maternidade, o que acaba gerando ansiedade, medo e a própria incapacidade geracional. Paciência é um dom a ser pedido com "alguma urgência". Aprender a esperar; saber que há coisas que por mais importantes sejam precisam ser pensadas e planejadas com cuidado.

 

Tenhamos paciência conosco, com os outros e com as limitações próprias de cada um. Mais vale uma coisa bem feita (porque bem planejada e tranquilamente executada) que muitas coisas iniciadas e paradas. Não tenhamos projetos para a satisfação exclusiva das vãs presunções e tolo orgulho. Elas não prosperarão. Exemplos disso não faltam.

 

Se pretende construir uma casa, faça os orçamentos, confira as suas condições, observe o que e o quanto precisará... e trabalhe, isto é, comece a caminhar, cada dia um passo. O fruto chegará a seu tempo! Não vale a pena parar e chorar e reclamar e desdenhar etc... Agir com paciência e determinação é o caminho.

 

Última ideia, me ocorreu agora. Há quem queira aprender muito lendo e refletindo pouco. Há quem não alcançou esta linha do texto por causa da ansiedade e da desconcentração. A pressa não é apenas inimiga da perfeição. Ela é inimiga da vida [com qualidade], pois vivemos sem a consciência do valor e das conquistas.

 

Vivemos com a cabeça sempre em lugar onde o corpo não está. Vivemos e sempre com o coração sentindo as coisas que pretendemos um dia alcançar e não com os sentimentos do momento presente. Quanto tempo levou pra você ser quem é? Quanto tempo investiu para se tornar pai/mãe, profissional com habilidades e qualidades reconhecidas?

 

[...] Pax!!!

 

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«SEM A CARIDADE, TUDO É VAIDADE DAS VAIDADES»

[Dos capítulos sobre a caridade, de São Máximo Confessor, abade. Séc. VIII]

 

A caridade é boa disposição do Espírito, que nada coloca acima doo divino conhecimento. Ninguém jamais poderá alcançar uma caridade permanente de Deus, se tiver preso pelo espírito a qualquer coisa terrena.

 

Quem ama a Deus antepõe seu conhecimento a toda sua criatura. Nela pense incessantemente com íntimo desejo e amor.

 

Se todas as coisas que existem têm Deus por criador e por ele foram feitas, então Deus, que assim as criou, como não será incomparavelmente de maior valor? Quem abandona a Deus, o bem insuperável se entrega ao que é pior, dá provas de considerar Deus abaixo da criação.  

 

Quem me ama, diz o Senhor, guardará meu mandamento: que vos ameis uns aos outros. Portanto, quem não ama o próximo, não guarda o mandamento. Quem não guarda o mandamento também não pode amar o Senhor. Feliz o homem que é capaz de amar igualmente todos os homens.

 

Quem ama a Deus, também ama sem exceção o próximo. Sendo assim, não consegue guardar seu dinheiro, mas gasta-o divinamente, dando a quem dele precise.

 

Quem, á imitação de Deus, dá esmolas, não faz diferença nas necessidades corporais entre bons e maus, porém a todos igualmente distribui em vista da indigência real. Contudo, em atenção á boa vontade, prefere o virtuoso e o diligente ao mal.

 

A caridade não se revela apenas nas esmolas em dinheiro. Muito mais em partilhar a doutrina e prestar serviços corporais.

 

Quem verdadeiramente, de coração, rejeita as coisas mundanas, e sem fingimento, se entrega aos serviços de caridade para com o próximo, est, bem depressa liberto dos vícios e paixões, torna-se participante do amor e ciência de Deus.

 

Quem encontrou em si a caridade Divina, sem cansaço, sem fadiga, segue o Senhor se Deus, conforme o admirável Jeremias, mas fortaleza de ânimo suporta todo labor, opróbrio e injúria, sem nada pensar de mal.

 

Não digais, diz o profeta Jeremias, somos o templo do Senhor. Tu também não digas: “A fé nua, sem mais, em nosso Senhor Jesus Cristo, pode conceder-me a salvação”. Isto não pode ser se não lhe unires também o amor por ele mediante as obras. Quanto á simples fé: Os demônios também creem e tremem.

 

Obra de caridade é prestar de boa vontade benefícios ao próximo como também a longanimidade e a paciência; e ainda, usar das coisas com discernimentos.

 

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«SEM A CARIDADE, TUDO É VAIDADE DAS VAIDADES»

[Dos capítulos sobre a caridade, de São Máximo Confessor, abade. Séc. VIII]

 

A caridade é boa disposição do Espírito, que nada coloca acima doo divino conhecimento. Ninguém jamais poderá alcançar uma caridade permanente de Deus, se tiver preso pelo espírito a qualquer coisa terrena.

 

Quem ama a Deus antepõe seu conhecimento a toda sua criatura. Nela pense incessantemente com íntimo desejo e amor.

 

Se todas as coisas que existem têm Deus por criador e por ele foram feitas, então Deus, que assim as criou, como não será incomparavelmente de maior valor? Quem abandona a Deus, o bem insuperável se entrega ao que é pior, dá provas de considerar Deus abaixo da criação.  

 

Quem me ama, diz o Senhor, guardará meu mandamento: que vos ameis uns aos outros. Portanto, quem não ama o próximo, não guarda o mandamento. Quem não guarda o mandamento também não pode amar o Senhor. Feliz o homem que é capaz de amar igualmente todos os homens.

 

Quem ama a Deus, também ama sem exceção o próximo. Sendo assim, não consegue guardar seu dinheiro, mas gasta-o divinamente, dando a quem dele precise.

 

Quem, á imitação de Deus, dá esmolas, não faz diferença nas necessidades corporais entre bons e maus, porém a todos igualmente distribui em vista da indigência real. Contudo, em atenção á boa vontade, prefere o virtuoso e o diligente ao mal.

 

A caridade não se revela apenas nas esmolas em dinheiro. Muito mais em partilhar a doutrina e prestar serviços corporais.

 

Quem verdadeiramente, de coração, rejeita as coisas mundanas, e sem fingimento, se entrega aos serviços de caridade para com o próximo, est, bem depressa liberto dos vícios e paixões, torna-se participante do amor e ciência de Deus.

 

Quem encontrou em si a caridade Divina, sem cansaço, sem fadiga, segue o Senhor se Deus, conforme o admirável Jeremias, mas fortaleza de ânimo suporta todo labor, opróbrio e injúria, sem nada pensar de mal.

 

Não digais, diz o profeta Jeremias, somos o templo do Senhor. Tu também não digas: “A fé nua, sem mais, em nosso Senhor Jesus Cristo, pode conceder-me a salvação”. Isto não pode ser se não lhe unires também o amor por ele mediante as obras. Quanto á simples fé: Os demônios também creem e tremem.

 

Obra de caridade é prestar de boa vontade benefícios ao próximo como também a longanimidade e a paciência; e ainda, usar das coisas com discernimentos.

 

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«SEM A CARIDADE, TUDO É VAIDADE DAS VAIDADES»

[Dos capítulos sobre a caridade, de São Máximo Confessor, abade. Séc. VIII]

 

A caridade é boa disposição do Espírito, que nada coloca acima doo divino conhecimento. Ninguém jamais poderá alcançar uma caridade permanente de Deus, se tiver preso pelo espírito a qualquer coisa terrena.

 

Quem ama a Deus antepõe seu conhecimento a toda sua criatura. Nela pense incessantemente com íntimo desejo e amor.

 

Se todas as coisas que existem têm Deus por criador e por ele foram feitas, então Deus, que assim as criou, como não será incomparavelmente de maior valor? Quem abandona a Deus, o bem insuperável se entrega ao que é pior, dá provas de considerar Deus abaixo da criação.  

 

Quem me ama, diz o Senhor, guardará meu mandamento: que vos ameis uns aos outros. Portanto, quem não ama o próximo, não guarda o mandamento. Quem não guarda o mandamento também não pode amar o Senhor. Feliz o homem que é capaz de amar igualmente todos os homens.

 

Quem ama a Deus, também ama sem exceção o próximo. Sendo assim, não consegue guardar seu dinheiro, mas gasta-o divinamente, dando a quem dele precise.

 

Quem, á imitação de Deus, dá esmolas, não faz diferença nas necessidades corporais entre bons e maus, porém a todos igualmente distribui em vista da indigência real. Contudo, em atenção á boa vontade, prefere o virtuoso e o diligente ao mal.

 

A caridade não se revela apenas nas esmolas em dinheiro. Muito mais em partilhar a doutrina e prestar serviços corporais.

 

Quem verdadeiramente, de coração, rejeita as coisas mundanas, e sem fingimento, se entrega aos serviços de caridade para com o próximo, est, bem depressa liberto dos vícios e paixões, torna-se participante do amor e ciência de Deus.

 

Quem encontrou em si a caridade Divina, sem cansaço, sem fadiga, segue o Senhor se Deus, conforme o admirável Jeremias, mas fortaleza de ânimo suporta todo labor, opróbrio e injúria, sem nada pensar de mal.

 

Não digais, diz o profeta Jeremias, somos o templo do Senhor. Tu também não digas: “A fé nua, sem mais, em nosso Senhor Jesus Cristo, pode conceder-me a salvação”. Isto não pode ser se não lhe unires também o amor por ele mediante as obras. Quanto á simples fé: Os demônios também creem e tremem.

 

Obra de caridade é prestar de boa vontade benefícios ao próximo como também a longanimidade e a paciência; e ainda, usar das coisas com discernimentos.

 

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_ANO DA FÉ_

Algumas considerações sobre a Igreja

 

«Igreja (do grego “ekklesia” significa “os convocados”): Os convocados de todos os povos e pertencem, pelo Batismo, ao "corpo" de Cristo.»

 

«A Igreja é uma mulher de idade muito avançada, com muitas rugas. Mas é a minha mãe. E numa mãe não se bate.» [Karl Rahner, teólogo]

 

Igreja não é governo paralelo. Igreja não é democracia [cujo poder emana do povo]. Igreja não é a união da vontade dos homens de bem. Não somos anteriores à Igreja. Nela, todo o poder vem de Cristo, pelo que ela tem um perfil hierárquico.

 

Assim, eu não fui investido de autoridade (ordenado padre) para questionar «dogmas», pois eles são a verdade que eu creio e professo. Eu devo ensiná-los ao povo. As questões disciplinares e outras de cunho moral têm ambientes apropriados para serem tratadas.

 

Não acredito que as pessoas vão a Igreja por minha causa, mas pelo Senhor Jesus, pela fé que têm Nele. Ninguém é "fiel" do padre, mas fiel de Cristo. Da mesma forma não acredito que as pessoas queiram aumentar dúvidas e críticas quando vão à Santa Missa ou a outras celebrações sacramentais.

 

Não devemos pregar dúvidas, mas a certeza da fé. E todos quantos não conseguirem se configurar a fé cristã católica, está liberado para escolher o que considerar melhor. Mas não creio que a catequese bem feita, o conhecimento adequado façam com que se abandone a Igreja de Cristo.

 

A melhor contribuição para a «conversão da igreja» que podemos dar é a nossa conversão pessoal. É quando assimilamos a Palavra da Mãe Igreja que caminhamos por caminhos seguros, não pelos da especulação.

 

Quando (e se acontecer de) eu não conseguir comungar com a Igreja estarei, obviamente, «ex-comungado», isto é, fora da comunhão. E há tantos na Igreja nessa situação. Não afirmo que sejam melhores nem piores, mas não estão na comunhão.

 

Para frutificar é preciso permanecer unidos ao Senhor cujo corpo é a Igreja da qual Ele é a cabeça. «Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. O ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Assim também vós: não podeis tampouco dar fruto, se não permanecerdes em mim.» [João 15,4]

 

«A Igreja não se pode comportar como uma empresa, que muda a oferta quando a procura diminui.» [Cardeal Karl Lehmann, bispo de Mainz]

 

Finalizando este comentário, me recordo da apresentação do catecismo YOUCAT, na qual o Santo Padre Emérito Bento XVI exortou: «ESTUDAI O CATECISMO! Este é o desejo do meu coração.»

 

É preciso estudar. A fé precisa de alimento e este não se encontra nas páginas dos jornalões nem nos jornais das TVs «laicos». É preciso ler, formar grupos, partilhar, confrontar... E sobretudo se colocar à escuta do que o Espírito diz à Igreja.

 

Um grande abraço.

Pax!!!

 

 

http://padresandro.blog.uol.com.br

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TRISTEZA OU DEPRESSÃO

 

Ao ver tantas usando antidepressivos, cabe a pergunta: as pessoas estão mais depressivas ou mais tristes? Tristeza, tal qual alegria, são estados fisiológicos e não patológicos. * Ao ler a respeito, me vieram algumas coisas à cabeça.

 

* o mundo globalizado nos faz participar de alegrias e tristezas (tragédias) de muitos lugares, sem sair de casa;

 

* a quantidade de tragédias noticiadas pelos meios de comunicação, especialmente, pela TV é grande e mexe com o nosso humor;

 

* pela manhã, quase sempre estamos atentos aos programas de rádio (policiais, jornalísticos, trânsito congestionado: detalhe_ mesmo que eu morasse em Tarabai --terra natal-- ao assistir o programa da capital ficaria com a sensação de desespero e medo por causa das perseguições a bandidos, helicóptero da PM etc);

 

* enquanto tomamos café, almoçamos ou jantamos, o que assistimos? o nosso espírito está "congestionado" de tantas agruras e desventuras e a sensação que nos resta é de total calamidade;

 

* se o noticiário nacional mostra um alagamento, logo as repetidoras locais vão a procura de alagamentos e alardeiam de modo absoluto o que é um problema muito localizado;

 

* com tantas excitações desagradáveis, quase não percebemos a beleza das coisas que vivemos durante o dia e então tomamos um remedinho pra dormir, um remedinho pra nos mantermos acordados... de remedinho em remedinho ficamos dependentes e profundamente tristes;

 

 

• Receita do Dr. Edmilson Fabbri_

 

:: afaste-se dos noticiários desnecessários, informe-se o suficiente, e ao perceber que está se envolvendo demais em problemas que não lhe pertencem, desligue-se. Reúna-se mais em família, faça mais churrascos com amigos, caminhe mais no parque, vá mais ao cinema e assista comédias, dê mais bom dia no elevador, sinta-se feliz por estar vivo, afinal, só por isso, todas as possibilidades do universo estão à sua frente.

 

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NÓS, CATÓLICOS, E AS MUDANÇAS RELIGIOSAS NO BRASIL

Dom Odilo Pedro Scherer, Cardeal Arcebispo de São Paulo

 

Durante a 51ª Assembleia da CNBB, de 10 a 19 de abril, em Aparecida, foi feita uma análise do quadro religioso do Brasil, com base nos dados do Censo de 2010.

 

Conforme já foi noticiado, houve uma nova diminuição do número dos que se professam católicos, que seriam ainda cerca de 64% da população brasileira; houve quedas igualmente de adeptos das Igrejas Protestantes tradicionais ou históricas, como a Luterana, a Presbiteriana, a Congregacional e outras Igrejas Evangélicas de missão; mas também houve queda acentuada dos aderentes à Igreja Universal do Reino de Deus e de outros grupos pentecostais livres. Novos grupos “livres”, de inspiração neopentecostal, surgiram e conquistaram adeptos.

 

Essa mudança religiosa não deixa de nos questionar. Há explicações culturais, sociais e religiosas na base dessa mobilidade religiosa que assistimos no Brasil nas últimas décadas. Mas, não basta compreender o fenômeno: como católicos, não podemos ficar indiferentes. E como Arcebispo da Igreja, expresso minha viva dor e preocupação por todo o católico que abandona a sua fé e me pergunto sobre os motivos que estão na base da sua escolha. Evidentemente, partimos do pressuposto de que a liberdade religiosa e de consciência das pessoas deve ser respeitada.

 

Mas, quando isso nos envolve, devemos dar respostas adequadas. Os motivos do abandono da fé católica, no entanto, devem ser examinados por nós, levando-nos às decisões que nos cabem tomar, com o coração movido pela caridade pastoral, por amor às pessoas, respeito e amor à verdade. Não podemos cair no indiferentismo religioso, em que uma coisa vale a outra e a verdade da Igreja fica relativizada pelo irenismo ou até pelo comodismo.

 

A causa do abandono da fé católica pode ser o conhecimento insuficiente ou apenas superficial da fé e da própria Igreja Católica. Muitas pessoas nunca foram verdadeiramente evangelizadas, nem tiveram a oportunidade de fazer uma experiência genuína e gratificante da fé em Deus na nossa Igreja. Não se ama o que não se conhece. E, não havendo raízes profundas nem identificação pessoal sólida com a fé e a Igreja Católica, o abandono acontece com facilidade.

 

O que devemos fazer nesses casos? Certamente, é preciso evangelizar mais e melhor, dando aos fiéis a oportunidade de conhecerem melhor a Deus e a Igreja, e de fazerem a experiência gratificante e profunda da fé. Devemos propor a verdade integral do Evangelho, sem poupar esforços para convidar as pessoas a fazerem um caminho de crescimento e amadurecimento na fé.

 

Acontece também que as pessoas abandonam a fé católica e a Igreja porque ficam decepcionadas com o nosso atendimento, nem sempre acolhedor. Isso nos deve levar, evidentemente, a rever nossos modos de tratar as pessoas. Ninguém espera ser tratado mal, ainda mais por quem representa a Igreja e fala em nome de Deus. E isso vale para nossos atos oficiais, como as celebrações, mas também para as relações pessoais dos católicos.

 

Entre as causas do abandono da fé e da Igreja Católica também está a discordância com a nossa doutrina moral ou mesmo com artigos da nossa fé. Nesse caso, por certo, não devemos renunciar à nossa fé, nem ocultar as exigências morais que decorrem do Evangelho. Mas, devemos cuidar de não transformar a fé em moralismo superficial, nem deixar de propor o encontro vital com Deus por meio de Jesus Cristo, antes de tratar das exigências morais do Evangelho. O resto será obra da graça de Deus, que conta com o diálogo paciente e respeitoso, o testemunho pessoal de vida cristã e o desejo sincero de ganhar irmãos para Cristo, para que tenham, por ele, a vida verdadeira.

 

Há também o fato da pregação contrária à Igreja Católica e sua doutrina, que leva muitos irmãos ao engano, ao abandono da fé e ao desprezo da Igreja. Nesse caso, cabe-nos defender as ovelhas do nosso rebanho e vigiar, mostrando-lhes a verdade e esclarecendo os aspectos em que sua fé e seu amor à Igreja são abalados.

 

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Jornal O SÃO PAULO, ed. 16.04.2013

OUTROS TALENTOS E QUALIDADES

 

Queridos,

os dias nos quais vivemos, a cultura de morte à qual estamos submetidos e não raro a reforçamos não sabe enxergar valor na vida dos idosos nem dos deficientes. A vida ficou restrita a alguns comportamentos considerados "normais". Lembrei-me dos encontros que os Santos Padres costumam ter com idosos, presos, enfermos... Fui ler algumas dessas passagens e eis que encontrei um breve discurso do Santo Padre, agora emérito, Bento XVI a um grupo de deficientes dos Estados Unidos:

 

«Deus abençoou-vos com o dom da vida e concedeu-vos também outros talentos e qualidades. Através destas dádivas, podeis servir Deus e a sociedade de muitos modos. Embora a contribuição de alguns possa parecer grande e a de outros mais modesta, o valor do testemunho dos nossos esforços constitui sempre um sinal de esperança para todos.

 

Às vezes é difícil encontrar uma razão para aquilo que parece somente uma dificuldade a superar, ou uma dor a enfrentar. Não obstante isto, a fé ajuda-nos a abrir de par em par o horizonte para além de nós mesmos e ver a vida como Deus a vê. O amor incondicionado de Deus, que alcança todos os indivíduos, é um indicador de significado e de finalidade para cada homem.

 

Através da sua Cruz, Jesus faz-nos verdadeiramente entrar no seu amor salvífico (cf. Jo 12,32) e, agindo assim, indica-nos a direção o caminho da esperança que nos transfigura de tal maneira que, por nossa vez, nos tornemos portadores de esperança e de amor para os outros.»

 

 

••• palavras do Papa Bento XVI no encontro com um grupo de deficientes; Seminário de São José, Nova Iorque -- Sábado, 19 de Abril de 2008

Nasce a Pastoral Juvenil

 

Desde a criação da paróquia –aos 3 de julho de 2011– um grupo de jovens se formou para mobilizar as forças juvenis que frequentam e formam o Santuário diocesano Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, no jardim Maracanã - Presidente Prudente (SP).

 

Após alguns percalços, com aval e incentivo do pároco bem como das lideranças organizadas no Conselho de Pastoral Paroquial (CPP), uma equipe foi formada para viabilizar efetivos trabalhos da pastoral juvenil.

 

E agora, depois de quase dois meses de reuniões preparatórias com discussão de temas, horários, espírito de comunidade entre outras, este grupo realizou um encontro de formação (com espiritualidade e programação anual de atividades).

 

O Encontro foi no domingo 14 de abril e as reuniões ordinárias da Pastoral Juvenil serão a partir do dia 21. Aos domingos, após a missa das 19h30, no Centro Catequético Santa Edith Stein (subsolo da igreja).

 

Interessados em conhecer o grupo ou noutras informações a respeito, podem solicitar informações pelo telefone (18) 3907-2253 (secretaria paroquial) em horário de expediente (segunda a sábado, das 8h às 12h e segunda a sexta-feira, das 14h às 18h).

 

Neste ano cuja campanha da fraternidade trouxe como tema e preocupação a juventude e o lema impulsionando-a a missão [«Eis-me aqui! Envia-me!»], também nos associamos aos jovens da Jornada Mundial da Juventude na cidade do Rio (julho 2013).

 

Os jovens não são futuro, pois são já o presente da Igreja. Acreditar nos jovens é acreditar no sopro renovador do Espírito Santo. As muitas e variadas formas de expressão da juventude são manifestações do Espírito para o bem da Igreja.

 

Os de antes, os de agora e os que virão formam parte de um único corpo que é a Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo. É por Ele e para Ele que nos congregamos e atuamos no mundo.

 

Como «sal da terra e luz do mundo» é preciso fermentar com o Evangelho todas as realidades -família, escola/universidade, trabalho, baladas, igreja- espargindo o suave e bom odor de Cristo.

 

A nossa Pastoral Juvenil, formada por Anjos, está e viverá em estado de missão. Ide, pois a todos os jovens e anunciai a salvação que Jesus nos trouxe!

 

Padre Sandro Rogério dos Santos

Pároco

 

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«MAS EU SOU O PAPA. SENTE-SE»


Recentemente, quando o Santo Padre Francisco saiu de seu apartamento (Domus Sanctae Marthae, próximo à Basílica de São Pedro) viu um Guarda Suíço em pé, atento a sua porta.

 

O Papa perguntou: "O que você está fazendo aqui? Esteve acordado a noite toda?"

-"Sim", o guarda respondeu respeitosamente.

-"Em pé?", perguntou o Papa.

-"Um de meus colegas me deu um intervalo".

-"E você não está cansado?"

-"É meu dever, Sua Santidade, pela Sua segurança."

 

O Papa olhou para ele gentilmente. Entrou em seu apartamento e, após alguns minutos, voltou com uma cadeira em mãos, dizendo: "pelo menos agora sente-se e descanse."

 

O guarda respondeu, chocado: "Desculpe-me, mas não posso! As regras não permitem isso!"

-"As regras?"

-"Meu capitão, Santidade."

-"Ah, é assim? Bem, eu sou o Papa e eu estou pedindo para você sentar-se."

 

Então, entre as regras e o Papa, o Guarda Suíço escolheu sentar-se na cadeira.

E o Papa trouxe um pouco de pão e geleia para um lanche, dizendo um tradicional

"buon appetito, fratello!" - bom apetite, irmão!

 

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(•) A matéria em língua italiana [«Francesco, il Papa tifoso che dà una sedia alla guardia svizzera dopo il turno di notte»] está aqui

O Valor da Gratidão - Henri J. M. Nouwen

Ando um pouco displicente, mas o autor deste texto (Henri J. M. Nouwen) é um dos meus favoritos. Nalgum momento me foi apresentada a sua obra e ela muito colaborou com os insights libertadores que tive, mesmo que ainda restam tantas prisões a serem rompidas.

 

 

O Valor da Gratidão

 

Ressentimento e gratidão não podem coexistir, uma vez que o ressentimento impede a percepção e o reconhecimento da vida como um dom. Meus ressentimentos me dizem que não recebo o que mereço; sinto sempre inveja.

 

Gratidão, entretanto, vai além do “meu” e do “teu” e proclama a verdade que a vida é puro dom. No passado sempre pensei na gratidão como uma resposta espontânea ao tomar conhecimento dos dons recebidos, mas agora compreendi que gratidão pode também ser vivida como uma disciplina. A disciplina da gratidão é o esforço explícito para reconhecer que tudo o que sou e tenho é dado a mim como um dom de amor, um dom para ser comemorado com alegria.

 

Gratidão como disciplina envolve uma escolha consciente. Posso ser grato mesmo quando minhas emoções e sentimentos estejam ainda impregnados de mágoa e ressentimento. É incrível quantas ocasiões surgem em que posso optar pela gratidão em vez de lamúrias. Posso preferir ser agradecido quando sou criticado, mesmo quando meu coração ainda responde com amargura. Posso optar por falar de bondade e beleza, mesmo quando interiormente ainda procuro alguém para acusar ou algo para achar feio. Posso escolher ouvir as vozes que perdoam e olhar os rostos dos que sorriem, mesmo enquanto ainda ouço vozes de vingança e vejo trejeitos de ódio.

 

Há sempre a escolha entre os ressentimentos e a gratidão porque Deus apareceu nas minhas trevas, insistiu que eu voltasse para casa e declarou numa voz cheia de afeição: «Tu estás sempre comigo e tudo o que eu tenho é teu». Realmente eu posso optar por viver nas trevas em que me encontro, indicar aqueles que parecem estar melhor do que eu, e me queixar dos muitos reveses que sofri no passado e, como conseqüência, me cobrir de ressentimento. Mas não tenho que fazer isso. Há a possibilidade de olhar nos olhos Daquele que veio para me procurar e ver que tudo o que sou e tenho é pura dádiva e merece gratidão.

 

A opção pelo agradecimento poucas vezes ocorre sem verdadeiro esforço. Mas todas as vezes que faço essa opção, a próxima escolha se torna mais fácil, mais livre, um pouco menos consciente. Porque cada graça que agradeço se abre para outra e mais outra até que, finalmente, até o mais normal, óbvio e aparentemente mundano acontecimento ou encontro resulta em algo repleto de graça. Há um provérbio que diz: «Quem não agradece o pouco não agradecerá muito». Atos de reconhecimento fazem que a pessoa se torne agradecida porque, passo a passo, mostram que tudo é graça.

 

Tanto a confiança como a gratidão exigem a coragem de correr risco porque tanto a desconfiança como o ressentimento, querendo continuar a fazer parte do meu modo de ser, me previnem constantemente contra o perigo de abandonar os meus cálculos cuidadosos e previsões reservadas. Em muitos pontos tenho que dar um salto de fé de modo a permitir que a confiança e a gratidão prevaleçam: para escrever uma carta amiga a alguém que não me perdoe, dar um telefonema para alguém que me tenha rejeitado, falar uma palavra que abençoe para alguém que não possa fazer o mesmo.

 

O salto na fé sempre significa amar sem esperar ser amado, dar sem desejar receber, convidar sem esperar ser convidado, abraçar sem esperar ser abraçado. E, todas as vezes que dou um salto, sinto um lampejo daquele que se dirige a mim e me convida para a sua alegria, a alegria na qual posso não somente me encontrar, mas também aos meus irmãos e irmãs. Assim, a prática de confiar e agradecer, revela o Deus que me procura, ardendo no desejo de me livrar de todos os meus ressentimentos e queixas e de me fazer tomar lugar a seu lado no banquete celestial.

 

NOUWEN, Henri J.M. A volta do filho pródigo: a história de um retorno para casa - Tradução Sonis S.R. Orberg - São Paulo - Ed. Paulinas - 1997 - Coleção sopro do espírito. P.94-96

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«A URGÊNCIA DAS URGÊNCIAS É EVANGELIZAR»

 

Muitos são os desafios para a Igreja no Brasil, entre eles está à necessidade da revitalização das paróquias. Essa é a proposta da 51ª Assembleia Geral dos Bispos da CNBB –que acontece na cidade de Aparecida (SP) de 10 a 19 de abril– cujo tema central este ano é «Comunidade de comunidades: uma nova paróquia». Nela, os bispos brasileiros estão empenhados na reflexão sobre a vida das paróquias. O arcebispo metropolitano de São Paulo, cardeal dom Odilo Pedro Scherer observa que «a Igreja sempre precisa de renovação, pois é um organismo vivo, senão ela morre». Para o cardeal, renovar as paróquias é «tirar delas suas potencialidades para que não sejam apenas estruturas burocráticas, mas comunidades vivas com um espírito novo e dinâmico».

 

Diante das necessidades que se apresentam para a Igreja do Brasil, o arcebispo acredita que «a urgência das urgências é evangelizar». E, para que essa renovação ocorre na estrutura a Igreja precisa se «adequar para bem evangelizar, utilizando bem todos os meios e ocasiões». Segundo o cardeal, a 51ª Assembleia Geral se realiza em clima diferente após a realização do Conclave que elegeu Papa Francisco. E, desejou que «a vida da Igreja se renove», com a chegada do novo pontífice, pois «a Igreja existe para evangelizar». Ele relembra que a nova evangelização está na linha da preocupação da Igreja, que tem buscado se orientar nas reflexões e caminhos sugeridos pela Conferência de Aparecida, realizada em 2007. Para dom Odilo, a missão a Assembleia Geral é acompanhar e motivar a vida e missão da Igreja no Brasil, em comunhão com o Papa.

 

IGREJA MISSIONÁRIA

Sobre as especulações da possível perda de fieis por parte do catolicismo, o cardeal dom Odilo analisa que a Igreja não está indiferente a esse fato, mas tem buscado estar mais próxima da sociedade. «Quando um católico deixa de ser católico, não ficamos indiferentes. Isso preocupa a Igreja, mas não temos soluções mágicas. Não podemos estar ocupados com uma pastoral de manutenção e conservação, mas com uma Igreja efetivamente missionária», disse. Por outro lado, o arcebispo observa que «não só a Igreja católica perde fiel. É um fenômeno cultural, onde existe uma mobilidade de valores e outras várias razões que levaram as pessoas a fazerem novas escolhas».

 

O arcebispo aponta a presença de um fenômeno da migração religiosa, onde as pessoas estão à procura de religiões que oferecem propostas mais interessantes, «com menos comprometimento, ligado a cultura do relativismo», de acordo com o interesse subjetivo de cada indivíduo. Mediante a esse fator cultural, o cardeal Odilo explica que o objetivo principal da Assembleia Geral é buscar a renovação das paróquias. «Nós estamos ocupados em refletir sobre as paróquias. Queremos renovar a estrutura da paróquia quanto a sua funcionalidade para que seja expressão viva e dinâmica». Para que essa renovação, de fato, aconteça, o cardeal dom Odilo aconselha: «Sermos honestos no modo de evangelizar, apresentando a proposta do evangelho sem instrumentalizar a religião. Isso demanda tempo, paciência e perseverança». [Fonte: CNBB]

 

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«Periferias existenciais»

 

Em 1961, o antropólogo Oscar Lewis escreveu "The Children of Sanchez", onde, a partir da trajetória de uma família miserável da periferia da Cidade do México, afirmava existir uma "subcultura da pobreza" capaz de criar valores e padrões de comportamento originais.

 

O importante em Lewis não é sua teoria, mas ter chamado a atenção para a irredutível alteridade das periferias, para um fenômeno em que a diferença radical de condições materiais acaba por gerar culturas distintas da envolvente.

 

Quase ninguém percebeu isso, nem os governos, nem as igrejas, nem os partidos, nem as universidades. Para nós, a periferia é um mundo mais desconhecido que a Amazônia.

 

Conclamar a igreja a "ir às periferias" foi o discurso que elegeu o cardeal Bergoglio, segundo o cardeal de Havana. Não só as periferias geográficas, mas "as existenciais, do mistério do pecado, da dor, da injustiça, da ignorância e ausência da fé, de toda a miséria".

 

Se não sai de si mesma, a igreja se torna autocentrada, adoece de mundanismo e narcisismo espiritual. É indispensável deixar de "viver em si, de si, para si" e ir para a periferia.

 

Para o papa, a periferia é a situação limite, a fronteira do humano, a condição onde os valores se encontram sob ameaça. Francisco a descobriu na sua América Latina, mas ela hoje se expande na Ásia e na África, onde, a cada semana, mais de 1 milhão de pessoas trocam o campo pela cidade.

 

Se o conselho é bom para as igrejas, para os governos, as universidades, os hospitais, ele é ótimo. A única questão é: será seguido?

 

 

:: Rubens Ricupero, ex-secretário-geral da Unctad, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, 1/4/2013

 

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MENSAGEM DE PÁSCOA

 

Queridos,

 

paroquianos e devotos de Santa Teresinha.

 

O tempo pascal é inicio de um novo tempo.

 

Abertura de uma extrema novidade que vem ao nosso encontro.

 

A graça abundante superou e apagou todo pecado.

 

Até a morte foi vencida. O último inimigo não existe mais.

 

Os que creem e estão em Cristo são novas criaturas.

 

Revestidos da força do Alto cujas vestes foram alvejadas no sangue do Cordeiro.

 

As coisas antigas passaram.

 

O Senhor Jesus –ressuscitado!-- faz novas todas as coisas.

 

Sejamos testemunhas, pois, como Maria de Magdala, podemos dizer “eu vi o Senhor”.

 

Depois de vê-lo, vai e anuncia aos meus irmãos... na Galileia...

 

Galileia... da família, do trabalho, da sociedade, da comunidade... do mundo inteiro.

 

Que os sinais da ressurreição sejam muitos e eloquentes na sua vida.

 

Feliz Páscoa!

 

Feliz Vida Nova!

 

Pax!!!

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